segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Quadros em ponto de cruz
Estes são os quadros que fiz para a minha casa de banho.

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ponto de cruz
Naperon para tabuleiro
Este paninho foi a minha filha que bordou quando era adolescente. Agora não liga a estas coisas mas eu fiz-lhe a surpresa de colocar o pano no blog e ela achou graça.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Cristo-Rei
O Cristo-Rei é um monumento religioso localizado na freguesia de Pragal, no concelho de Almada, em Portugal.
Situa-se a uma altitude de 113 metros acima do nível do Tejo, sendo constituído por um pórtico projectado pelo arquitecto António Lino, com 75 metros de altura, encimado pela estátua do Redentor de braços abertos voltado para a cidade de Lisboa, com 28 metros de altura, obra do escultor português Francisco Franco de Sousa. O pedestal, incluindo o pórtico, eleva-se a 82 metros de altura. O monumento a Cristo-Rei constitui a maior atracção turística do concelho de Almada, a seguir às famosas praias da Costa de Caparica. É de visita obrigatória a todo o turista que visite Lisboa.
Este monumento é o melhor miradouro da cidade de Lisboa, oferecendo uma ampla vista sobre a capital e sobre a Ponte 25 de Abril. Em numerosas reportagens turísticas sobre Lisboa, surge o monumento a Cristo-Rei, ex-líbris de Almada.
É uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura.
O monumento a Cristo-Rei foi também edificado em cumprimento de um voto formulado pelo Episcopado Português reunido em Fátima a 20 de Abril de 1940, pedindo a Deus que livrasse Portugal de participar na Segunda Guerra Mundial. Salazar, não quis violar a velha amizade com o Reino Unido, que data do século XIV, e preferiu manter a neutralidade, não tendo Portugal participado na referida guerra.
A primeira pedra da construção do monumento foi lançada em 18 de Dezembro de 1949, após o fim da guerra. Foi inaugurado a 17 de Maio de 1959, dia de Pentecostes.
Situa-se a uma altitude de 113 metros acima do nível do Tejo, sendo constituído por um pórtico projectado pelo arquitecto António Lino, com 75 metros de altura, encimado pela estátua do Redentor de braços abertos voltado para a cidade de Lisboa, com 28 metros de altura, obra do escultor português Francisco Franco de Sousa. O pedestal, incluindo o pórtico, eleva-se a 82 metros de altura. O monumento a Cristo-Rei constitui a maior atracção turística do concelho de Almada, a seguir às famosas praias da Costa de Caparica. É de visita obrigatória a todo o turista que visite Lisboa.
Este monumento é o melhor miradouro da cidade de Lisboa, oferecendo uma ampla vista sobre a capital e sobre a Ponte 25 de Abril. Em numerosas reportagens turísticas sobre Lisboa, surge o monumento a Cristo-Rei, ex-líbris de Almada.
É uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura.
O monumento a Cristo-Rei foi também edificado em cumprimento de um voto formulado pelo Episcopado Português reunido em Fátima a 20 de Abril de 1940, pedindo a Deus que livrasse Portugal de participar na Segunda Guerra Mundial. Salazar, não quis violar a velha amizade com o Reino Unido, que data do século XIV, e preferiu manter a neutralidade, não tendo Portugal participado na referida guerra.
A primeira pedra da construção do monumento foi lançada em 18 de Dezembro de 1949, após o fim da guerra. Foi inaugurado a 17 de Maio de 1959, dia de Pentecostes.
Fonte: wikipédia
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Bolo de iogurte
Lamento não poder aqui transmitir o cheirinho deste bolo acabado de sair do forno! Garanto que é fenomenal.Aqui vai a receita.
Numa tigela junte um iogurte natural e três vezes a medida do copo, de açucar.Misture muito bem e sem parar de bater, misture cinco gemas uma a uma e uma medida do copo de iogurte, de óleo.Continue a bater e adicione quatro medidas de farinha e uma colher de chá de fermento. Bata muito bem até a massa fazer bolhinhas. Envolva as cinco claras em castelo sem bater e leve a forno médio cerca de 40 minutos. Bom apetite.
Numa tigela junte um iogurte natural e três vezes a medida do copo, de açucar.Misture muito bem e sem parar de bater, misture cinco gemas uma a uma e uma medida do copo de iogurte, de óleo.Continue a bater e adicione quatro medidas de farinha e uma colher de chá de fermento. Bata muito bem até a massa fazer bolhinhas. Envolva as cinco claras em castelo sem bater e leve a forno médio cerca de 40 minutos. Bom apetite.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Cesta
Mais leitura

Sinopse
John le Carré arrasta-nos, uma vez mais, para o seu mundo secreto e faz dele o nosso. Em Moscovo, Leninegrado, Londres e Lisboa, numa ilha da costa do Maine que pertence à CIA, e no coração do próprio Barley Blair, Carré desenvolve não apenas uma história de espionagem, mas uma alegoria do amor individual confrontado com atitudes colectivas de beligerância.
John le Carré arrasta-nos, uma vez mais, para o seu mundo secreto e faz dele o nosso. Em Moscovo, Leninegrado, Londres e Lisboa, numa ilha da costa do Maine que pertence à CIA, e no coração do próprio Barley Blair, Carré desenvolve não apenas uma história de espionagem, mas uma alegoria do amor individual confrontado com atitudes colectivas de beligerância.
sábado, 22 de agosto de 2009
O Monte dos Vendavais

A acção deste clássico da literatura inglesa tem como paisagem os montes de Yorkshire, onde a autora viveu durante muitos anos. Por isso, este célebre drama atinge o cume de uma autobiografia em que a infância e a adolescência de Emily surgem enriquecidas por uma imaginação fantástica. A paixão de Catherine e o amor de Heathcliff assinalam de forma flagrante o fio romanesco desta obra.
Um romance que queria ler há muito tempo. Chegou o dia... espero não ficar desapontada.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Novas leituras

Sinopse
A atribulada vida e a trágica morte de Maria Antonieta, arquiduquesa de Áustria e rainha de França, foram meticulosamente investigadas e brilhantemente narradas por Antonia Fraser. Um retrato fascinante e comovedor daquela que é considerada, para o bem e para o mal, a última grande rainha francesa, numa biografia soberba, que inspirou a Sofia Coppola o seu polémico filme…
Brilhantemente escrito, Maria Antonieta é um livro que tem por detrás um notável trabalho de investigação. Servindo-se de uma enorme quantidade de cartas familiares e outros materiais de arquivo, Antonia Fraser evita com sucesso a aprovação incondicional de alguns dos admiradores franceses da rainha, bem como a misoginia de muitos dos seus críticos. O resultado é um retrato fascinante e intensamente comovedor da última grande rainha francesa.
A atribulada vida e a trágica morte de Maria Antonieta, arquiduquesa de Áustria e rainha de França, foram meticulosamente investigadas e brilhantemente narradas por Antonia Fraser. Um retrato fascinante e comovedor daquela que é considerada, para o bem e para o mal, a última grande rainha francesa, numa biografia soberba, que inspirou a Sofia Coppola o seu polémico filme…
Brilhantemente escrito, Maria Antonieta é um livro que tem por detrás um notável trabalho de investigação. Servindo-se de uma enorme quantidade de cartas familiares e outros materiais de arquivo, Antonia Fraser evita com sucesso a aprovação incondicional de alguns dos admiradores franceses da rainha, bem como a misoginia de muitos dos seus críticos. O resultado é um retrato fascinante e intensamente comovedor da última grande rainha francesa.
domingo, 16 de agosto de 2009
Conjunto em croché
Estojo, bolsa para o telemóvel e uma outra, bem pequena, para a pen para que nada se perca e tudo se mantenha em harmonia.
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Colapso

Sinopse
Porque é que há sociedades que colapsam e outras não? Que escolhas económicas, sociais e políticas devemos fazer para não conhecermos o mesmo fim da civilização Maia? Com uma extraordinária erudição e originalidade, Jared Diamond, o prestigado Professor de Geografia da Universidade da Califórnia e vencedor de um prémio Pulitzer em 1998, interroga-se neste seu brilhante livro acerca dos sinais que podem evidenciar-nos de que o fim de uma civilização se encontra próximo e de que modo, ao observá-los, podemos prevenir o seu colapso. De âmbito vasto, lúcido e escrito com vivacidade, Colapso é um dos livros essenciais da nossa época, ao colocar uma questão urgente: Como pode o mundo evitar a autodestruição? O que é mais assustador do que o espectro do colapso de uma civilização - os templos abandonados de Angkor Wat, as cidades maias engolidas pela selva, a vigília sombria das estátuas da Ilha da Páscoa? Quem olhou já para essas ruínas e não se interrogou: isto poderá acontecer-nos? Que escolhas económicas, sociais e políticas devemos fazer para não conhecermos o mesmo fim? Para responder a estas inquietações, será necessário saber o que provocou a hecatombe das grandes civilizações do passado e o que é possível aprender com o seu destino trágico. Jared Diamond fundamenta a sua tese recorrendo a uma série de narrativas histórico-culturais fascinantes. Deslocando-se com facilidade e perspicácia da cultura pré-histórica polinésia e das antigas civilizações americanas nativas dos Anasazi e dos Maias para a colónia viquingue medieval da Gronelândia e, por fim, o mundo moderno, o autor identifica um padrão fundamental da catástrofe, mostrando-nos o que acontece quando depauperamos os recursos, ignoramos os sinais que o ambiente nos dá, nos reproduzimos demasiado depressa ou abatemos demasiadas árvores.
Porque é que há sociedades que colapsam e outras não? Que escolhas económicas, sociais e políticas devemos fazer para não conhecermos o mesmo fim da civilização Maia? Com uma extraordinária erudição e originalidade, Jared Diamond, o prestigado Professor de Geografia da Universidade da Califórnia e vencedor de um prémio Pulitzer em 1998, interroga-se neste seu brilhante livro acerca dos sinais que podem evidenciar-nos de que o fim de uma civilização se encontra próximo e de que modo, ao observá-los, podemos prevenir o seu colapso. De âmbito vasto, lúcido e escrito com vivacidade, Colapso é um dos livros essenciais da nossa época, ao colocar uma questão urgente: Como pode o mundo evitar a autodestruição? O que é mais assustador do que o espectro do colapso de uma civilização - os templos abandonados de Angkor Wat, as cidades maias engolidas pela selva, a vigília sombria das estátuas da Ilha da Páscoa? Quem olhou já para essas ruínas e não se interrogou: isto poderá acontecer-nos? Que escolhas económicas, sociais e políticas devemos fazer para não conhecermos o mesmo fim? Para responder a estas inquietações, será necessário saber o que provocou a hecatombe das grandes civilizações do passado e o que é possível aprender com o seu destino trágico. Jared Diamond fundamenta a sua tese recorrendo a uma série de narrativas histórico-culturais fascinantes. Deslocando-se com facilidade e perspicácia da cultura pré-histórica polinésia e das antigas civilizações americanas nativas dos Anasazi e dos Maias para a colónia viquingue medieval da Gronelândia e, por fim, o mundo moderno, o autor identifica um padrão fundamental da catástrofe, mostrando-nos o que acontece quando depauperamos os recursos, ignoramos os sinais que o ambiente nos dá, nos reproduzimos demasiado depressa ou abatemos demasiadas árvores.
Este é um dos livros que gostaria de ler e será, talvez, a minha próxima aquisição.Pelo menos assim espero.
A Audácia da Esperança

Sinopse
Em Julho de 2004, Barack Obama galvanizou a Convenção Nacional do Partido Democrata com um discurso dirigido aos americanos de todos os quadrantes políticos. Um comentário conquistou lugar na atenção do público: a observação de que, apesar de toda a discórdia e luta manifestas na história da América enquanto nação, o seu povo foi sempre guiado por um optimismo indestrutível quanto ao futuro, a que o senador Obama chama «a audácia da esperança».Neste livro Obama apela a uma forma diferente de fazer política - uma política para aqueles que estão cansados da partidarização amarga que se pode ver nas campanhas eleitorais; uma política enraizada na fé, na inclusão e na nobreza de espírito que residem no âmago da «nossa improvável experiência democrática».Senador e advogado, professor e pai, cristão, céptico e, acima de tudo, estudioso da história e da natureza humanas, Obama escreveu um livro com potencial transformador. Só regressando aos princípios de que emanou a Constituição, afirma, conseguirão os americanos reparar um processo político que não está a funcionar e devolver ao pleno funcionamento um governo que perdeu perigosamente o contacto com milhões de cidadãos comuns. Estes americanos andam por aí, escreve, «à espera que republicanos e democratas estejam à sua altura».
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
ABC da amizade
Amigo é aquele que
Beija você com
Carinho e que
Deseja com
Entusiasmo sua
Felicidade, e
Garante fidelidade para você.
Humilde é o amigo que
Independentemente de qualquer coisa
Joga tudo para o alto por você e
Larga mão de tudo que seja
Material e desnecessário,
Naturalmente para cumprir sua
Obrigação que é
Proteger a quem lhe protege, e
Querer bem a quem lhe quer bem.
Respeitar seu
Silêncio calado,
Transformando sua vida em uma
Única motivação para
Viver.
Xeretando se preciso e
Zangando-se quando necessário.
'É VOCÊ, MEU AMIGO!'
Beija você com
Carinho e que
Deseja com
Entusiasmo sua
Felicidade, e
Garante fidelidade para você.
Humilde é o amigo que
Independentemente de qualquer coisa
Joga tudo para o alto por você e
Larga mão de tudo que seja
Material e desnecessário,
Naturalmente para cumprir sua
Obrigação que é
Proteger a quem lhe protege, e
Querer bem a quem lhe quer bem.
Respeitar seu
Silêncio calado,
Transformando sua vida em uma
Única motivação para
Viver.
Xeretando se preciso e
Zangando-se quando necessário.
'É VOCÊ, MEU AMIGO!'
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O Vendedor de Sonhos

Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida.De seguida, espalha a mensagem que a sociedade moderna se tornou num manicómio global.O seu discurso fresco e irreverente conquista as pessoas, habituadas a frases feitas e ao «politicamente correcto»,ao mesmo tempo que as assusta.O que pensar de um estranho com ar de pedinte que fala da importância de vender sonhos ao ser humano? Uma ideia maravilhosa, mas invulgar...Numa época em que nos habituamos ao ritmo e às exigências desmesuradas de um relógio que não pára,libertarmo-nos das grilhetas da rotina e recuperarmos a consciência do que é, de facto, importante nesta vida pode ser assustador. Mas é fundamental!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Autopsicografia
Opoeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
No teu deserto
«...às vezes acontece-me esta coisa curiosa,quando olho para trás através dos anos... ser incapaz de situar o tempo exacto em que vivi as coisas. Como se as continuasse para sempre a viver, ou como se nunca as tivesse vivido.»
«Às vezes, lá onde moro, fico à noite a olhar as estrelas como as do deserto e oiço o tempo a passar mas não me angustia mais : eu sei que é justo e que tudo o resto é falso.»
domingo, 9 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Coisas importantes
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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