quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Reciclar com arte e engenho
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Fim de semana perfumado
Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto.O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendidos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind.Universitárias
Bonequinhas em feltro para colocar na lapela do casaco do traje universitário da minha filhota e de uma amiga.
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domingo, 20 de setembro de 2009
Putin e o despertar da Rússia

«Numa altura em que a ordem internacional descreve uma clara viragem a Leste, o conceituado autor Michael Stuermer traz-nos um ensaio político brilhante que nos revela a sua visão pessoal, oportuna e assertiva, do que a Rússia representa para o futuro das relações internacionais. O rumo a seguir dependerá em grande parte do Ocidente, da sua capacidade para compreender quais os interesses nacionais russos e quem é o homem com a capacidade para os definir e implementar. Nesse sentido, esta obra reveste-se de extraordinário interesse ao traçar o perfil de Vladimir Putin e contextualizar o seu percurso identificando as implicações que poderá ter a nível global. »
«Um trabalho excelente e importante.» Literary review
«Putin e o Despertar da Rússia dá-nos uma perspectiva privilegiada do enigma russo. É o melhor jornalismo político possível: um primeiro rascunho da História.» The Observer
«Putin e o Despertar da Rússia dá-nos uma perspectiva privilegiada do enigma russo. É o melhor jornalismo político possível: um primeiro rascunho da História.» The Observer
«Um relato historicamente documentado e um guia estimulante e acessível.» Sunday Express
sábado, 19 de setembro de 2009
Flores de feltro
Encontrei estes moldes, em vários blogues, mas ainda não tive tempo de fazer as minhas flores. O regresso ao trabalho, depois das férias, nem sempre é fácil. Nos tempos que correm,em que os trabalhadores são cada vez menos, temos que trabalhar por dois ou três e ao final do dia não há força de vontade que resista.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Edgar Sawtelle

"Hamlet" recontado com um brilho extraordinário e tendo como cenário uma quinta remota em Wisconsin.Edgar Sawtelle, um menino mudo e muito inteligente, vive uma vida idílica com os pais. Há gerações que os Sawtelle criam uma carinhosa raça de cão, ilustrada na perfeição por Almodine, a companheira de sempre de Edgar. Mas quando o seu pai morre de repente em circunstâncias misteriosas, Edgar culpa-se a si próprio, por não ter podido gritar por socorro.Destroçado pelo romance desesperado da mãe com o tio paterno, o seu mundo muda para sempre quando, certa noite de Primavera, vê o fantasma do pai. Depois da tentativa falhada de provar a culpa do tio, Edgar foge com 3 cães, mas o amor à mãe e aos animais, e a vontade de vingança, levam-no de regresso a casa.Nada é como ele esperava, e terá de se decidir entre a vingança ou a preservação do legado da família.
Os Anagramas de Varsóvia

No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece – desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte.Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.
sábado, 12 de setembro de 2009
Flor de fita
Estojo em feltro
Este é para a menina Madalena que já tem cinco anos e foi para a escola dos crescidos toda orgulhosa.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Bolsinha em feltro
domingo, 6 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Bonequinhos de feltro
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Novas leituras

«Dalia Sofer descreve com realismo o ano que se segue à prisão do joalheiro Amin, recorrendo aos diferentes pontos de vista sobre os acontecimentos, de acordo com a situação de cada um dos membros da família. A experiência da prisão, vivida por Amin, a ansiedade de Farnaz, que procura o marido, a epopeia da pequena Shirin que a mãe considera demasiado jovem para ter consciência dos acontecimentos e, finalmente, o drama de Parviz, o filho mais velho que luta por continuar os seus estudos universitários em Nova Iorque.Um relato profundo e delicado sobre a vida de uma família dilacerada por um conflito, cultural, social e religioso entre Setembro de 1981 e Setembro de 1982. Seleccionado pelo The New York Times como um dos cem mais notáveis títulos do ano da sua publicação. »
Saramago
Vai sair, em Outubro, um novo livro de José Saramago. Chama-se Caim e pelo que vi no blog, escrito pela Pilar, deve ser fantástico. Vou ficar atenta para comprar assim que sair . Adoro a escrita de Saramago, sou completamente fascinada pela sua criatividade e pela sua capacidade de escrita.
«Caim não é um tratado de teologia, nem um ensaio, nem um ajuste de contas: é uma ficção em que Saramago põe à prova a sua capacidade narrativa ao contar, no seu peculiar estilo, uma história de que todos conhecemos a música e alguns fragmentos da letra. Pois bem, com a cabeça alta, que é como há que enfrentar o poder, sem medos nem respeitos excessivos, José Saramago escreveu um livro que não nos vai deixar indiferentes, que provocará nos leitores desconcerto e talvez alguma angústia, porém, amigos, a grande literatura está aí para cravar-se em nós como um punhal na barriga, não para nos adormecer como se estivéssemos num opiário e o mundo fosse pura fantasia. Este livro agarra-nos, digo-o porque o li, sacode-nos, faz-nos pensar: aposto que quando o terminardes, quando fizerdes o gesto de o fechar sobre os joelhos, olhareis o infinito, ou cada qual o seu próprio interior, soltareis um uff que vos sairá da alma, e então uma boa reflexão pessoal começará, a que mais tarde se seguirão conversas, discussões, posicionamentos e, em muitos casos, cartas dizendo que essas ideias andavam a pedir forma, que já era hora de que o escritor se pusesse ao trabalho, e graças lhe damos por fazê-lo com tão admiráveis resultados.
Este último romance de José Saramago, que não é muito extenso, nem poderia sê-lo porque necessitaríamos mais fôlego que o que temos para enfrentar-nos a ele, é literatura em estado puro. Dentro de pouco tempo podereis lê-lo em português, castelhano e catalão, e então vereis que não exagero, que não me move nenhum desordenado desejo ao recomendá-lo: faço-o com a mais absoluta subjectividade, porque com subjectividade lemos e vivemos. E falo aos amigos, porque esta carta apenas a eles vai dirigida. Com muita alegria.»
Pilar del Rio
Este último romance de José Saramago, que não é muito extenso, nem poderia sê-lo porque necessitaríamos mais fôlego que o que temos para enfrentar-nos a ele, é literatura em estado puro. Dentro de pouco tempo podereis lê-lo em português, castelhano e catalão, e então vereis que não exagero, que não me move nenhum desordenado desejo ao recomendá-lo: faço-o com a mais absoluta subjectividade, porque com subjectividade lemos e vivemos. E falo aos amigos, porque esta carta apenas a eles vai dirigida. Com muita alegria.»
Revista «Ler»
Brico Juniores
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