O meu livro novo que vai acompanhar-me durante um bom par de horas.
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terça-feira, 18 de março de 2014
sábado, 17 de agosto de 2013
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Novo blogue
Estou a criar um novo blogue. Talvez não esteja suficientemente preparada para o que pretendo mas, com o tempo, quem sabe?... O meu cantinho estava a ficar demasiado misturado e sempre quiz um espaço dedicado à literatura. Vamos ver o que dá.
Gostava que passassem por lá. É aqui.
Queria colocar fotos diferentes no perfil dos dois blogues mas não consigo. Se alguém puder ajudar, agradeço.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Recomeço
As minhas aulas só começam em Outubro mas há muitas coisas para preparar. Hoje fui à livraria buscar um livro que estava pedido e fazer nova encomenda. Também fui à biblioteca municipal requisitar dois livros, que vou já começar a ler, para ir adiantando. A lista é muito extensa, mas fascinante. O primeiro ano correu bem, vamos ver como corre o segundo...Acreditem que estudar aos cinquenta anos é uma experiência fabulosa. Eu estou a adorar.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Leitura para as férias
Hoje foi dia de compras e tive que trazer mais uns livrinhos. Já li o Pela estrada fora mas era da Biblioteca Municipal e fiquei com vontade de ter um para mim. É muito difícil dizer-lhes que não...
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Antes da decoupage...
Há coisas mais urgentes e como, neste momento, tenho algum tempo disponível há que aproveitá-lo ao máximo. Os exames estão aí e como vêem a matéria não é pouca. E não é só isto! Quando se corre por gosto...

sexta-feira, 11 de junho de 2010
Novo livro
Em tempos Miguel Sousa Tavares contou-nos o "Segredo do Rio", agora conta-nos segredos do bosque. É uma história deliciosa sobre a amizade improvável de um coelho bravo, Ismael, e do compositor Chopin na época em que este compôs o Nocturno.
Ismael é um coelho inteligente que valoriza a amizade e a sabedoria dos mais experientes,Chopin é o seu grande amigo que o encarrega de guardar para sempre o seu maior tesouro: a música.
O pai de Ismael, quando estavam sentados em frente à casa, disse-lhe: "Os homens são estranhos, Ismael.Nem sempre escolhem o que mais gostam, aquilo que os faz ser felizes."
Ismael é um coelho inteligente que valoriza a amizade e a sabedoria dos mais experientes,Chopin é o seu grande amigo que o encarrega de guardar para sempre o seu maior tesouro: a música.
O pai de Ismael, quando estavam sentados em frente à casa, disse-lhe: "Os homens são estranhos, Ismael.Nem sempre escolhem o que mais gostam, aquilo que os faz ser felizes."
terça-feira, 8 de junho de 2010
Hora de estudar
Está tudo lindo e ficaria por aqui o dia todo, a visitar os blogues que já conheço e a descobrir outros novos. Porém, "valores mais altos se alevantam" ...
quarta-feira, 10 de março de 2010

«O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou-o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou-se mais na vida que na obra — o «colapso nervoso», o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que «ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma “geração”». - Anthony Burguess
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Literatura

"A Morte de Colombo
Há bem 50 anos que Eduardo Lourenço tenta ensinar-nos a pensar. E a pensarmo-nos. Em vão. Tal como, há cinco séculos, falhámos o encontro com Montaigne, tambem agora falhamos o encontro com o Montaigne que Deus nos deu, de mão beijada. Num Portugal da verborreia, ele é a palavra justa. E justamente a palavra. Livre, heterodoxa, culta, inteligente; síntese de toda a memória e analítica do mais ínfimo pormenor presente. Num Portugal de menos, ele é o pensador demais. O que não admira: num país que, colectivamente, há muito se não pensa e ainda menos se idealiza, ele sobra. Consideramo-lo, respeitamo-lo, emolduramo-no como a um ícone, cuja presença se exige em cada “evento cultural” (como ora, pacoviamente, por cá se diz), mas ele sobra-nos. Sempre. Malgré lui, porque, auto-expatriado embora, nunca Lourenço de Portugal realmente saíu. Direi mesmo que, há meio século, persiste sentado a uma mesa d`A (sua) Brasileira de Coimbra (que já não existe), insistindo em conversar connosco. Militantemente. Por isso o formidável corpus da sua obra não é uma tese, é um incontornável somatório de fragmentos. Por isso o mais magistral dos nossos maîtres à penser, se faz da palavra um magistério, é tudo menos um magister. Por isso também o mais idoso dos nossos pensadores é também o mais moderno (ou pos-moderno) deles todos.
Considerasse a douta Academia Sueca o ensaio como arte maior da Literatura, e Eduardo Lourenço teria sido o nosso primeiro Nobel. Assim não foi. Nem nunca o será. Daqui a 30/40 anos, porém, quando o Portugal que houver se der conta do espantoso legado de Lourenço, o descobrirá então. Demasiado tarde para ele e sobretudo para esse Portugal futuro, herdeiro de um Portugal atávico, sempre atrasado nos quotidianos da vida e nas obras da vida e nas obras da História. É isto, sobre Lourenço, um panegírico? Não, nem ele disso precisa. O que isto é, ou visa ser, é uma chamada de atenção para o seu livro mais recente. Sobre a morte de Colombo ( o da descoberta da América, esclareça-se). Dir-se-ia que, por uma vez, Lourenço se afastara de Portugal para se ir numa navegação de longo curso. Mas não: pensando Colombo, a América (ou a parte dela chamada Latina) e o Brasil, o que, de facto, Lourenço pensa é Portugal e essa Europa a que (embora num quarto com vista para o saguão) agora, de jure, pertencemos.
O livro (mais uma vez) é um conjunto de textos que abarcam mais de quatro décadas de reflexão. Mas, a cada passo, seja qual for a data do artigo, nos deparamos com a intemporalidade de um pensamento arguto. Será que a Europa descobriu a América? Será que Portugal descobriu o Brasil? “Quem descobre quem?” – interroga Lourenço, ignorando as baboseiras mediáticas habituais sobre a matéria, para, logo após, responder que essa descoberta nos tornou “outros”. Pelo que, hoje – diz – nós os Europeus “somos todos índios a título póstumo”. Ponto de partida de um livro com múltiplas chegadas. Num percurso aliciante.
Rodrigues da Silva, JL, sobre “A Morte de Colombo” de Eduardo Lourenço, Edit. Gradiva.
O Homem em Queda

Sinopse
Começando no fumo e nas cinzas das Torres Gémeas em chamas, Homem em queda desenha as consequências deste tremor global na história íntima de vidas marcadas pela perda, pela dor e pela força imensa da História. A narração de um homem que escapa das torres, da sua ex-mulher e de um dos terroristas.
Um romance corajoso e brilhante, comovente e catártico, que explica como os eventos do 11 de Setembro reconfiguraram a nossa paisagem emocional, a nossa memória e a nossa percepção do mundo.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Fim de semana perfumado
Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto.O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendidos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind.domingo, 20 de setembro de 2009
Putin e o despertar da Rússia

«Numa altura em que a ordem internacional descreve uma clara viragem a Leste, o conceituado autor Michael Stuermer traz-nos um ensaio político brilhante que nos revela a sua visão pessoal, oportuna e assertiva, do que a Rússia representa para o futuro das relações internacionais. O rumo a seguir dependerá em grande parte do Ocidente, da sua capacidade para compreender quais os interesses nacionais russos e quem é o homem com a capacidade para os definir e implementar. Nesse sentido, esta obra reveste-se de extraordinário interesse ao traçar o perfil de Vladimir Putin e contextualizar o seu percurso identificando as implicações que poderá ter a nível global. »
«Um trabalho excelente e importante.» Literary review
«Putin e o Despertar da Rússia dá-nos uma perspectiva privilegiada do enigma russo. É o melhor jornalismo político possível: um primeiro rascunho da História.» The Observer
«Putin e o Despertar da Rússia dá-nos uma perspectiva privilegiada do enigma russo. É o melhor jornalismo político possível: um primeiro rascunho da História.» The Observer
«Um relato historicamente documentado e um guia estimulante e acessível.» Sunday Express
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Os Anagramas de Varsóvia

No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece – desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte.Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Novas leituras

Sinopse
A atribulada vida e a trágica morte de Maria Antonieta, arquiduquesa de Áustria e rainha de França, foram meticulosamente investigadas e brilhantemente narradas por Antonia Fraser. Um retrato fascinante e comovedor daquela que é considerada, para o bem e para o mal, a última grande rainha francesa, numa biografia soberba, que inspirou a Sofia Coppola o seu polémico filme…
Brilhantemente escrito, Maria Antonieta é um livro que tem por detrás um notável trabalho de investigação. Servindo-se de uma enorme quantidade de cartas familiares e outros materiais de arquivo, Antonia Fraser evita com sucesso a aprovação incondicional de alguns dos admiradores franceses da rainha, bem como a misoginia de muitos dos seus críticos. O resultado é um retrato fascinante e intensamente comovedor da última grande rainha francesa.
A atribulada vida e a trágica morte de Maria Antonieta, arquiduquesa de Áustria e rainha de França, foram meticulosamente investigadas e brilhantemente narradas por Antonia Fraser. Um retrato fascinante e comovedor daquela que é considerada, para o bem e para o mal, a última grande rainha francesa, numa biografia soberba, que inspirou a Sofia Coppola o seu polémico filme…
Brilhantemente escrito, Maria Antonieta é um livro que tem por detrás um notável trabalho de investigação. Servindo-se de uma enorme quantidade de cartas familiares e outros materiais de arquivo, Antonia Fraser evita com sucesso a aprovação incondicional de alguns dos admiradores franceses da rainha, bem como a misoginia de muitos dos seus críticos. O resultado é um retrato fascinante e intensamente comovedor da última grande rainha francesa.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O Vendedor de Sonhos

Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida.De seguida, espalha a mensagem que a sociedade moderna se tornou num manicómio global.O seu discurso fresco e irreverente conquista as pessoas, habituadas a frases feitas e ao «politicamente correcto»,ao mesmo tempo que as assusta.O que pensar de um estranho com ar de pedinte que fala da importância de vender sonhos ao ser humano? Uma ideia maravilhosa, mas invulgar...Numa época em que nos habituamos ao ritmo e às exigências desmesuradas de um relógio que não pára,libertarmo-nos das grilhetas da rotina e recuperarmos a consciência do que é, de facto, importante nesta vida pode ser assustador. Mas é fundamental!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
No teu deserto
«...às vezes acontece-me esta coisa curiosa,quando olho para trás através dos anos... ser incapaz de situar o tempo exacto em que vivi as coisas. Como se as continuasse para sempre a viver, ou como se nunca as tivesse vivido.»
«Às vezes, lá onde moro, fico à noite a olhar as estrelas como as do deserto e oiço o tempo a passar mas não me angustia mais : eu sei que é justo e que tudo o resto é falso.»
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Leituras
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