segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Presente
quarta-feira, 24 de março de 2010
Cesariny

«O labirinto das relações entre os argonautas da aventura surrealista em Portugal, com minotauro e tudo, precisa ainda de ser devidamente desafiado e conhecido para desde esse cruzamento de caminhos e de “estórias” mais ou menos particulares podermos acabar de perfilhar a história - isto é, de re-escrever o romance da intervenção surrealista no interior dos muros daquele Elsinor do Reino da Dinamarca pintado a gris-concreto e vermelho-sangue na ponta mais ocidental da Europa no tempo em que todos os aventureiros ainda faziam anos. Muitos deles já largaram o cais, juntos no mesmo barco e para uma mesma viagem e todos já esquecidos das histórias de grupos e polémicas. O Mário (Cesariny) foi embora atrás da sombra do outro Mário (de Sá-Carneiro), os dois sem jeito para o negócio, e hoje, Novembro de 2009, queremos no Centro de Estudos do Surrealismo e através da editora que foi também a sua casa (con)celebrar o terceiro aniversário da sua morte com mais uma publicação - lembrança e homenagem - que desta vez recolhe alguns dos textos que Mário dedicou ao que foi protagonista principal do seu território afectivo, mesmo depois de colocarem ambos distâncias e fronteiras à paixão. Como paixão lembrou Cruzeiro Seixas sempre - e me lembrava mais uma vez há pouco o seu relacionamento com Mário Cesariny, uma paixão rendada com fios de admiração e de entusiasmo que às vezes acabavam por desenhar figuras de afastamento e crítica mais ou menos explícita. […]»
Fnac
domingo, 21 de março de 2010
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domingo, 14 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010

«O Grande Gatsby talvez seja, como já alguém afirmou, o único romance perfeito. Ao relê?lo, ficamos sempre espantados com a sua brevidade: não é muito mais longo que um conto de Henry James. T. S. Eliot considerou-o como o único progresso significativo do romance americano desde a morte de James. Não gerou, porém, uma tradição americana. A narrativa de grande sucesso, frouxamente planeada e recheada de calão, é vista com acerto como o típico contributo americano para a arte do romance. Os leitores americanos do Saturday Evening Post, que admiravam os contos de Fitzgerald sobre a era do jazz, não o sabiam autor de um grande livro. A popularidade de Fitzgerald depois de morto baseou-se mais na vida que na obra — o «colapso nervoso», o alcoolismo, a loucura de Zelda, sua mulher. A sua arte era demasiado requintada e a sua ironia demasiado subtil para o grande público. E no entanto, um editorial do New York Times, publicado após a sua morte, dizia que «ele era melhor do que pensava, pois foi, quer no plano dos factos quer no plano literário, o inventor de uma “geração”». - Anthony Burguess
segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Em Novembro de 2008, os Estados Unidos da América elegeram um novo presidente. Mas o colapso de vinte anos de conservadorismo republicano significa que o país já está a conduzir uma auto-avaliação intensiva à trajectória da sua história; como caiu em numerosas crises e como uma América que começou como “a última esperança da Humanidade” acabou por ser tão desacreditada e difamada por quase todo o mundo.O Futuro da América escrito por um autor que passou metade da sua vida nos EUA, descreve como, a longo prazo, o país chegou a este angustiante momento de verdade sobre a sua identidade como nação e sobre o seu lugar no mundo. Schama traça a história por trás da crise actual descrevendo a história do excepcionalismo americano – a “diferença americana” que tanto significa para o seu povo mas que o guiou tanto para a calamidade como para o triunfo. O Futuro da América argumenta que, se quisermos mesmo saber o que está em jogo, temos de absorver e compreender a história da América – pois compreender é essencial para ter esperança.
Fnac
sábado, 6 de março de 2010
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